quinta-feira, 31 de julho de 2014

O Turista passou e o lixo ficou.

Visitar uma cidade com potencial turístico é realmente incrível, estar em contato com outras culturas, nova gastronomia, outro clima e acima de tudo com pessoas diferentes e hospitaleiras.
Geralmente esses lugares estão dispostos a receber os turistas. Porem em vários destinos é visível um habito ruim dos turistas, que é o de jogar ou deixar lixo no ambiente.
Essa realidade pode ser sentida após o fim do dia, especialmente em feriados. Os lugares que são mais marcantes pelo lixo esquecido são vários, entre eles se encontram as são praias, balneários, praças, parques, espaços de eventos, cachoeiras e estádios.
Outro habito bem intrigante é o de escrever o nome em arvores, calçadas, muros, estátuas e outros. Os dois hábitos são uma forma de depredação do patrimônio público e ambiental.
Senhor do Lixo, Silvio Alvarez, 2008
Porém, um turista consciente deve prezar pelo local que visita, oportunizando dessa forma a preservação e a perpetuação do espaço.
Assim como a preservação de espaços públicos, a preservação de ambientes naturais deve ser mais intensiva, pelo fato dessas áreas serem mais sensíveis a poluição e a degradação.
Preservar o espaço em que se visita é garantir que outras pessoas possam desfrutar do mesmo modo, além disso, em longo prazo será garantido que as futuras gerações tenham a experiência de conhecer o local sem muitas alterações.
Contudo, quando se visita um novo destino deve-se promover a sua boa conservação, pautando da ideia de que aquele espaço também é seu e precisa ser cuidado.

 Lembrando sempre de que desses espaços nada se tira e nada se deixa e nada se leva, a menos que o que for tirado sejam fotografias e que se leve boas lembranças.